História

Portugal tem tradição milenária na utilização da pedra com as mais variadas finalidades, satisfazendo toda uma vasta gama de necessidades de ordem material e espiritual. A arte de trabalhar a pedra, deixou no nosso País bem delineados, os traços da sua incessante evolução desde as épocas que remontam aos instrumentos e monumentos Pré-Históricos até à era dos modernos edifícios e das grandes obras de engenharia e arquitectura. Esta arte, procurou desde sempre a eficiente utilização desta matéria-prima tirando partido das suas naturais qualidades de beleza, durabilidade e fácil conservação. Em particular, pontes, calçadas e edifícios romanos, castelo dos primeiros tempos da nacionalidade, os mosteiros de Alcobaça, da Batalha e dos Jerónimos, o grandioso convento de Mafra, palácios e outras obras monumentais de diversas épocas, encontram-se intrinsecamente ligados à nossa História, constituindo marcos vivos dos tempos decorridos, exibindo na sua robustez ou na sua sumptuosidade, o rigor das técnicas de trabalho utilizadas pelos nossos antepassados.

Deste modo, toda uma legião de arquitectos, engenheiros, construtores civis, escultores, decoradores e canteiros, dão largas à sua actividade acentuando a procura de novas soluções técnicas e estéticas prevendo o emprego da pedra, contribuindo ao mesmo tempo, para um melhor aproveitamento e valorização dos recursos que se dispõe.

A modernização das indústrias extractiva e transformadora, com a adopção de novos métodos de desmonte e serragem, com a utilização das mais recentes técnicas de polimento, tem contribuído decisivamente para a manutenção e incremento da procura, que tradicionalmente distingue as rochas portuguesas. Em concomitância com essa modernização, têm sido estudadas e lançadas estruturas empresariais mais flexíveis e dinâmicas, permitindo a sua sobrevivência face a possíveis fases de conjuntura económica adversa, ou a simples flutuações do mercado.

No ano de 2003, a produção de rochas ornamentais portuguesas excedeu as 1.600.000 Toneladas, num valor aproximado de 110 milhões de euros. Estes números são a garantia de que o sector das rochas ornamentais constitui um seguro factor de desenvolvimento com base numa riqueza natural de que o País dispõe em abundância.

 
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